
Dias 27 e 28 de Junho
Sáb e Dom às 19h30
Espaço N
(Rua da República, 433/101 Cidade Baixa)
CADA
Duração:
90 min
Ingressos
Sobre
SOBRE: Através de elementos do teatro do absurdo, a peça busca ridicularizar o androcentrismo através da marginalização da performance, resultando em um mundo pitoresco onde a exaltação do mundo das sombras reina perante o mundo das ideias. O próprio cartaz reflete um diálogo direto entre o mundo místico e o nosso, onde o inconcebível acontece, e o nosso permanece suscetível como uma mão sem polegar opositor. Como o próprio título da peça sugere, “Cada” é a palavra “escada” “cerrada pelo pescoço”. Refere-se à “Scala Amoris” de Diotima de Mantineia, onde o primeiro degrau é superficial, e o último, transcendental. É por esses degraus que Alicí de Nada, nossa espectadora imparcial smithiana, os convida a descer, e ver o quanto o mundo das sombras ainda nos envolve em seu breu.
SINOPSE: Incrível viver sem bolso (mais impossível que isso é viver sem nada), e Alicí de Nada nada mais é do que um bolso emperrado.
Ela é uma janela que não se cala, sempre falando das coisas de fora. Observem enquanto essa atriz multidisciplinar multiplica-se diante dos olhos, como num passe de magia. Enquanto isso, quem sabe onde teria uma boa moira para o destino que Guerra encomenda tecer? O homem é estranho, e mais estranho do que ele, somente a sua fala. Entre a cara e a coroa, o gran finale com bandeja de prata e mãos atadas. No fundo, vê-se a imagem semicerrada de uma escada invisível. Você vê?
Ficha Técnica
Direção e dramaturgia: Amanda Pedroso.
Elenco: Arthur Sardá, Gui Falcão, Heli Sartor, Hermes Reis, João Bahia, Jú Cohen, Rodrigo Lyon.
Iluminação: Fafá Pacífico.
Figurino e objeto cênico: DAD Guarda-roupa e o grupo.
Músicas de Pedro Pedrosa (@pedro.pedrosa.m) (“Passo o Ponto”) (“Passo o Ponto Instrumental”), Martín Buscaglia (@martinbuscaglia.oficial) (“Vagabundo”), Regina Souza (@reginasouzaoficial) (“Sou”).
