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FALA DIRETORA!! com Deborah Finocchiaro


Hoje abrimos um novo espaço no BLOG da EntreAtos, o FALA DIRETORA!

Espaço voltado para diretorxs de espetáculos em cartaz em Porto Alegre contarem um pouco mais sobre suas peças, curiosidades dos bastidores, processo de montagem e tudo que envolve a obra.

Para a nossa primeira edição do "Fala Diretora" convidamos a diretora, atriz e multi talentosa Deborah Finocchiaro a contar um pouco mais sobre o consagrado espetáculo "POIS É, VIZINHA..." em cartaz no Porto Verão Alegre 2019 (saiba mais aqui).

Confere o que falou a Deborah:

"São tantas, tantas..., tantas histórias pra contar...

Bem, começamos pelo começo: montei “Pois é, Vizinha...”(originalmente intitulada A Mulher Sozinha, pois é uma adaptação minha de Una Donna Sola de Dario Fo e Franca Rame) para o trabalho de conclusão de curso do DAD (Departamento de Arte Dramática da UFRGS) em 1992, no qual a montagem deveria ser resultado de uma pesquisa individual (que na verdade teve auxílio de amigos e colegas). Minha proposta foi o diálogo com personagens imaginários, e esse texto era perfeito para tal proposta, além de promover um grande desafio que foi meu objetivo final: trabalhar uma tragicomédia, com um corpo extracotidiano, beirando o caricato, sem perder a verdade e a alma da personagem. Na ocasião da apresentação na Sala Qorpo Santo da UFRGS, que foi muito legal, minha grande amiga Alejandra Herzberg sugeriu que eu colocasse a peça em cartaz, que a fizesse profissionalmente, e fizemos!

Desde então são 26 anos em cartaz, 647 apresentações, um público de mais de 200 mil pessoas, 14 prêmios recebidos, circulação em quase todos os estados brasileiros e Argentina, participando de temporadas e reconhecidos festivais e projetos. Além disso, Pois é, Vizinha.. é o primeiro espetáculo gaúcho a virar curta-metragem na primeira edição do “Histórias Curtas” da RBS TV, em 2001!

Como o teatro é arte viva, a peça segue em constante transformação, sigo pesquisando, aprimorando, aprofundando e cada vez mais buscando atingir um público diverso – todos os públicos.

A montagem retrata a realidade de mulheres que ainda vivem a situação de opressão e violência doméstica. A peça já participou e promoveu inúmeros eventos ligados às questões de gênero, em parceria com diferentes entidades e delegacias para mulher em vários estados brasileiros. Ações que comprovam a função social da arte. Pois é, Vizinha... reforça a certeza de que o teatro é caminho de questionamentos e transformações.

Pois é, Vizinha... assim como as outras peças da Companhia de Solos & Bem Acompanhados, é acessível para qualquer público e isso abre um leque incrível de possibilidades, entre elas apresentar para meninos e meninas de rua, estudantes do EJA e outras pessoas que nunca tinham assistido teatro e que passaram a querer mais (não tenho dúvida de que a peça formou muita plateia por esse Brasil afora). Vivenciei, testemunhei tantas coisas comoventes – a vida é maior que tudo -, dezenas de mulheres relatando suas realidades, pessoas profundamente tocadas, milhares de gargalhadas e tantas lágrimas emocionadas.

Tudo isso é resultado de uma equipe, não se faz nada sozinha. Imaginem quantos profissionais já passaram por essa história..."

Bem, transcrevo abaixo alguns comentários de público e trechos de críticas ao longo desses anos e me despeço aguardando vocês no teatro, com ânimo, alegria, amor e muita arte!

ALGUNS COMENTÁRIOS DO PÚBLICO

"Fantástico! Abordou um assunto muito complicado de forma bem humorada que me fez refletir muito."

Débora Mota Hackmann, 20 anos, estudante

"Parabéns a peça! Maravilhosa!"

Angela Mota, 34 anos

"Genial, perfeito, trágico e real."

Caezar César, 37 anos, analista de sistemas

"Atriz maravilhosa, texto excelente."

Angela Soares, 54 anos, professora

"Parabéns pelo tema e interpretação. Que continue, por mais 25 anos... O espetáculo, não o problema."

Clarisse Castilhos, 66 anos, economista

"Perdi o fôlego! Amei! Parabéns! Agora entendo o sucesso de tantos anos. Que o trabalho continue a tirar o fôlego de cada vez mais pessoas! E que continue a movimentar o pensamento também!"

Camila Amaral, 34 anos, advogada

"Deborah, faz rir e emociona diante de um tema que todos vivemos, de alguma forma. Obrigada pela interpretação, expressa nossas dores e sonhos. Parabéns!"

Bárbara Mello, 39 anos, arquitetura

"Chorei de emoção, chorei de rir, chorei de compaixão, chorei de orgulho, por estar aqui vivendo um espetáculo excelente com pessoas tão nossas. Parabéns, obrigada!”

Magali, 32 anos, Artista Plástica

“Gostei demais da interpretação. Poucos conseguem fazer um monólogo parecer um “elenco inteiro”.”

Sílvio, 29 anos, Advogado

“Você é bárbara, continue fazendo o espetáculo “Pois é, Vizinha...”, porque ele é ótimo e você é formidável.”

Alcinda, 52 anos, Aposentada

“Fantástico, sem palavras... Aplaudir, aplaudir e aplaudir!”

Maria de Lourdes, 39 anos, Professora

“Molto bene! Gracie tante! Bravíssima! Perfetta!”

Henrique, 45 anos, Advogado

“É admirável que uma atriz sozinha possa cativar o público durante o espetáculo inteiro! (Que espetáculo mesmo!) Parabéns!

Lisete, 57 anos, Psicóloga

“Deborah, te comparei com a Marília Pêra. Não deixas nada a desejar!

Ambas, maravilhosas!”

Rui, 64 anos, Arquiteto

“Nada dura tanto tempo fazendo sucesso se não for bom. Parabéns!”

Renato, 35 anos, Contador

“Já assisti 4 vezes e sempre me emociono. A Deborah é uma atriz maravilhosa. I Love You, Debi!”

Mirley, 37 anos, Comerciante

“É fascinante a paixão que a atriz desperta em quem a assiste.”

Lessi, 39 anos, Advogada

“Parabéns à notável atriz, que honra o Rio Grande do Sul. Que Deus te abençoe, Deborah!”

Mara, 43 anos, Advogada

"Nos faz refletir sobre a condição de muitas mulheres. Parabéns!"

Roeli, 66, do lar

"Deborah! Você é simplesmente uma das melhores atrizes de teatro do Brasil. O Brasil precisa conhecê-la!"

Elói J., 51, economista

"Já tinha visto há muitos anos atrás. A atriz como sempre, espetacular!"

Flávia Maria da Silva Couto, 64, artesã

"Esta é a quarta vez que eu assisto e certamente assistirei outras vezes. Sou fã assumido da Deborah."

Gerson, 47, artista plástico

"Excelente maneira de amenizar a dor da opressão, é o riso. E o espetáculo é prodigioso ao tratar a violência doméstica contra a mulher, deste jeito tão leve."

Rosilane, 43, técnica de enfermagem

"Achei fenomenal!"

Celio, 71, aposentado

“Eu adorei, nunca pensei que teatro fosse uma coisa tão divertida e legal, quero sempre!”

Lucas, 8, estudante

“Merece levar este espetáculo para o Brasil! Sucesso para vocês!”

Rodrigo, 43 anos

“Excelente! Só posso dar mil parabéns à esta atriz fantástica!”

Tânia, 67 anos, socióloga


Se você já assistiu este espetáculo, conte pra gente alguma curiosidade.


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