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Nova temporada do Teatro de Quinta

Estará em cartaz a partir do próximo dia 02 de maio, quinta-feira, “MRITAK – Como Vivem os Mortos?”, texto de Luiz Henrique Palese, no Estúdio Stravaganza, às 20 horas. O espetáculo, com direção de Adriane Mottola, também acontece nos dias 09, 16, 23 e 30 do mesmo mês e faz parte do projeto Teatro de Quinta.


“MRITAK” conta a história real de Lal Bihari, um sujeito que ficou legalmente morto por 19 anos, sem perder o bom humor. “Como Vivem os Mortos?” é uma comédia inspirada numa notícia real veiculada pela internet (uol – New York Times). Lal Bihari, um indiano, que ao descobrir-se morto nos registros oficiais, tenta por 19 anos provar que está vivo, através dos métodos mais extravagantes. Tenta ser preso, concorre a eleições, processa as pessoas e, ao descobrir outros “mortos” como ele, funda a Associação das Pessoas Mortas. Uma reflexão bem-humorada sobre o sentido que damos a vida.

“MRITAK” foi escrito e encenado por Luiz Henrique Palese em 2001. Estreou apenas com o título de “Como Nascem os Mortos?”, no Teatro del Círculo, em Montevidéo, como um monólogo. Em 2002, estreou em Porto Alegre, circulou pelo Rio Grande do Sul e apresentou-se em São Paulo, São Luiz e Fortaleza. Em 2011, já com Palese falecido, a Cia. Stravaganza volta a encenar o texto com um novo título – “MRITAK” (que significa “morto” em hindu), desta vez como espetáculo de rua, que, além de apresentar-se em Porto Alegre, circulou por diversas cidades do Rio Grande do Sul.



Em 2018, volta-se a criar uma nova encenação para “MRITAK”, como uma homenagem a Palese e com três atores no elenco: Janaina Pelizzon, Duda Cardoso e Rodrigo Mello.

O espetáculo fala sobre o sentido que damos a vida. Apenas uma atitude saudável de enfrentamento e de engajamento em uma causa maior do que a sua pode levar um simples ser humano, e ainda por cima, morto, a juntar forças paar imprimir à vida um sentido e uma alegria transformadora. Lal Bihari foi um ativista que transformou sua luta em ato de resistência, criando fatos que, em um cenário desesperançoso, rompeu limites, engajou comunidades e, através de saídas criativas, chamou a atenção para sua causa e conquistou sua volta à “vida” social. A cenografia cobre o chão da cena com uma lona pintada com motivos indianos. Nela, a roda da vida de Lal Bihari, elemento essencial desta história. Também os principais acessórios são bonecos e máscaras, usados para criar uma atmosfera narrativa ao mesmo tempo poética e teatral.



“MRITAK” tem direção de Adriane Mottola, cenografia de Luiz Henrique Palese, figurino de Duda Cardoso, Máscara de Luiz Henrique Palese e José Ramalho, bonecos de Paulo Balardim, sonoplastia de Felipe Zancanaro, iluminação de Ricardo Vivian e realização da Cia. Stravaganza.


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