Temporada
SUSPENSA
De 06 a 29 de Março, Sex a Dom às 20h
SALA CARLOS CARVALHO
OLGA

Duração:

40 min

Inicialmente em 2018, Olga era uma performance de 20 minutos que transitou por diversos festivais e mostras de teatro do RS, sendo laureada com vários prêmios de melhor atriz e espetáculo. Em pouco tempo, sua bem-sucedida trajetória deu forma a um incrível e impactante espetáculo, com o dobro de tempo e, totalmente repaginado. A remontagem de Olga é uma homenagem às vítimas do Holocausto nos 75 anos da descoberta do campo de concentração de Auschwitz. 

O monólogo apresenta a última noite de Olga Benário Prestes no campo de extermínio nazista de Bernburg. Várias recordações surgem, fazendo com que se vislumbre a mãe, a esposa, a judia, a revolucionária, a antissocial, a presa política. Trabalhar as emoções da personagem, com o público muito próximo, possibilita mostrar a força e o preparo desta mulher que desafiou conceitos e se tornou um ícone de resistência. O trabalho tem o acompanhamento de Anita Prestes, filha de Olga Benário e Luiz Carlos Prestes, que também autorizou a adaptação do texto contando a história de sua mãe.

 

OLGA, breve biografia

Jovem revolucionária alemã enviada ao Brasil em 1934 para garantir a segurança de Luís Carlos Prestes em missão designada pela Internacional Comunista. Olga foi presa no Brasil e deportada para a Alemanha, onde ficou sob o comando nazista por seis anos e, por ser judia e ter uma forte posição política, foi executada na câmara de gás, aos 34 anos, em 1942.

 

Concepção

O cenário de Ronaldo de Almeida e confecção de Diego Stefani foi concebido com a intenção de passar a sensação de solidão e opressão. Para isso foi utilizado um espaço reduzido (2m x 2m) cercado de pilares e arames farpados que reproduzem a frieza e a dureza da arquitetura de um campo de extermínio. O formato de semiarena possibilita uma proximidade com a plateia.

O figurino de Liane Venturella foi inspirado no uniforme utilizado pelas presas no campo de concentração de Ravensbrück, que aproveitava sobras de outros uniformes usados por prisioneiras já eliminadas.

A iluminação de Ricardo Vivian foi pensada para compor parte da cenografia, com todo o sistema elétrico instalado na estrutura do cenário. Deste modo, a luz se integra mais diretamente à encenação e se torna parte fundamental da concepção visual do espetáculo. A temperatura fria da luz colabora para transportar o espectador ao galado inverno europeu.

A trilha sonora de Álvaro RosaCosta foi criada com base em pesquisa sobre os sons existentes nos campos de concentração e compõe a ambientação necessária para fazer o público viver o espetáculo. É um mergulho nos sons da incerteza perante a barbárie.

 

Ficha Técnica

Texto Pedro Bertoldi e Edelweiss Ramos

Atriz Edelweiss Ramos

Direção Camila Bauer

Trilha Sonora e Técnico de Som Álvaro RosaCosta

Figurino Liane Venturella

Cenografia Ronaldo de Almeida e Diego Steffani

Design e operação de luz Ricardo Vivian

Arte Gráfica Jéssica Barbosa

Fotografia Sérgio Azevedo

Divulgação Ari Lopes

Produção Executiva Raiar Produções

Produção Geral Edelweiss Ramos

Ingressos

Inteira

R$ 40,00

Meia

R$ 20,00

Descontos

Idosos.

Professores.

Estudantes.

Classe Artística.

Clube do Assinante ZH

Pessoas com deficiência.

Pontos de Venda

 

Bomboletras (Shopping Olaria, loja 3 – Cidade Baixa), das 10h às 22h, de segunda a sexta, e das 15h às 21h, no domingo.

 

Ingressos no local, 1h antes do espetáculo;

Avisos

Não é permitido filmar e fotografar o espetáculo.

Não será permitida a entrada após o início do espetáculo;

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Porto Alegre/RS

 Das 10h às 19h

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