BILHETERIA

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A Praga de Unicórnios é uma fábula urbana sobre o direito das crianças à felicidade. Um condomínio, um síndico que decide proibir animais, plantas e brincadeiras e um trio de crianças que não se deixará vencer sem lutar pelos seus bichinhos, espalhando unicórnios por toda parte! O público é a vizinhança que ajudará Mariana, Bernardino e Cecília nesta grande aventura.

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A peça conta a história de um grupo de teatro de comédia que tem sua rotina de estreia, surpreendentemente, interrompida logo após Lady Cherlet, a dona do teatro, presenciar a morte de uma travesti, que é brutalmente assassinada no meio da rua. Ao ficar só com o corpo da travesti Lady Chelet decide transformar seu espetáculo de estreia num ritual de passagem de forma espetacular.

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​Leonce e Lena é um espetáculo de conto de fadas melancolicamente audacioso, altamente filosófico, brincalhão e profundamente humano sobre o desamparo e o amor do príncipe do Reino de Popo e da princesa do Reino de Pipi, prometidos em um casamento arranjado, fogem por negar essa situação. Mas, o acaso unirá esses jovens e eles se apaixonarão, sem sequer revelar suas identidades. Disfarçados de marionetes feitos de papelão, o destino irá guiar um novo caminho para os jovens nobres de Popo e Pipi.

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Três Canções, peça solo de Patrícia Nardelli, é uma investigação da voz do corpo e no corpo orientada pelas temáticas do luto e da morte, a partir de experiências pessoais e dos simbolismos associados à morte no ocidente. Constrói-se, assim, uma narrativa em espiral: parte-se de um ponto para a ele retornar, modificado pela jornada.

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No dia 13 de novembro (quarta-feira), o Sarau Voador – Literatura e Improvisos Transcriados retorna ao Espaço 373, desta vez, para  para celebrar o movimento de ruptura que sacudiu o ambiente da música popular e da cultura brasileira entre 1967 e 1968. Com o tema Tropicália, Deborah Finocchiaro e Roger Lerina recebem o músico Léo Ferlauto e o professor de Literatura, Flávio Azevedo. O artista visual Alexandre Carvalho fará pintura ao vivo durante o evento.

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A solitária Marjori percebe que será demitida quando solicitam que ela treine uma nova secretária para exercer exatamente as suas funções.  Entre lembranças, devaneios, tarefas e dificuldades em adaptar-se aos novos tempos, ela gasta sua vida em função de coisas que ela própria não escolhe, mas aceita o que o "destino" lhe dá e se contorce para caber nesse mundo, tantas vezes traduzido em sua rotina banal. Porém, não é só melancolia, a peça faz uso do humor para nos fazer refletir profundamente sobre a alma humana, o envelhecimento, as questões femininas como a menopausa, a descartabilidade contemporânea e a sede de viver.

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Um clássico de Vinícius de Moraes, com direção de Zé Adão Barbosa, em que uma trupe de 05 artistas cantam a história do que aconteceu com os bichos depois que as águas baixaram e a arca de Noé desceu à terra. Nesta montagem, o diretor se debruça sobre uma nova leitura desta verdadeira obra-prima, com novos arranjos para canções antológicas como “A Casa”, “O Pato”, “São Francisco”, entre muitas outras conhecidas das últimas gerações de crianças brasileiras, com a direção musical de Everton Rodrigues. Para contar a história da Arca de Noé, utiliza-se de diferentes linguagens. Bonecos fantoches, teatro e música intercalam-se no palco com as divertidas coreografias favorecendo uma percepção aguçada, dinâmica e ativa.

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Apesar de condenadas a uma vida sem liberdade, cinco mulheres lutam por sua sobrevivência e resistem à desumanidade a qual são submetidas. Nessa distopia, apesar de manifestadas suas fragilidade, sua força feminina é revelada. Olga, Maria, Clara, Isabel e Beatriz dividem a areia da praia com um corpo sem vida. Cinco mulheres repletas de saudades de sua vida pregressa compartilham a dor dos corpos violados e dos filhos roubados. Essa dor esquarteja as filhas do sal.

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Contemplado pelo PROAC LGBT ENTREGA PARA JEZEBEL mostra a vida de Jezebel, uma travesti que tem como maior desejo ser mãe, mas que vive à sombra da transfobia. A maternidade é o ponto nevrálgico da peça, já que ela cuida do filho de uma amiga, que retorna um tempo depois querendo reaver a guarda, fazendo com que o mundo de Jezebel desmorone.

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O espetáculo “Sin raíces no hay alas” nos convida a reconhecer nossas raízes, abraçar o passado e, então, voar, tendo a dança como veículo de autoconhecimento e expressão. No palco, um amálgama de culturas e histórias de vida, desenvolvido e concebido pela coreógrafa, diretora artística e bailarina Ana Medeiros “La Negra”, a partir da vivência dos alunos que compõem o corpo de baile. O flamenco é a sustentação e referência artística de dança e música, mas o trabalho experimenta e mescla com outros estilos, na busca de novos caminhos. “Sin raíces no hay alas” tem entre seus convidados especiais , a bailarina Andressa Porto, acompanhada por seu grupo e Ana Cândida de la Campana.

 

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Anarquia, transgressão, caos. "Ubu Rei", de Alfred Jarry (1873-1907), inaugurou o que viria a ser as vanguardas artísticas do séc. XX, tornando-se um dos mais importantes textos da dramaturgia do teatro ocidental. Inspiração para movimentos como o surrealismo, dadaísmo, teatro do absurdo e modernismo brasileiro, sua polêmica estreia no Teatro do Louvre (Paris) em 1896, foi marcada por vaias, socos e gritos da plateia, pelo cunho político, palavrões e rupturas com as regras teatrais da época.

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MÚSICA COLORIDA é um espetáculo “transprotestativo” que ressalta a diversidade de gênero sem, porém, deixar de ser um espetáculo alegre e cheio de cores musicais, conforme o próprio título sugere.

Valéria traz canções autorais e também outras que transitam, de alguma forma, pelo universo da diversidade. A mensagem principal que o show leva é a de que somos um só, sem uma linha definida de início e fim entre artista e platéia. Um espetáculo apresentado com muita descontração, alegria, bom humor e com tiradas inteligentemente impagáveis, marca registrada de Valéria.

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Dom Quixote de La Mancha e seu fiel Escudeiro Sancho Pança - a maior obra ficcional de todos os tempos. Em cena, dois atores apostam no jogo cênico e em convenções Brechtianas, lembrando que se trata de Teatro e apostando na comunhão entre artista e plateia. Livremente inspirado na obra de Miguel Cervantes, o espetáculo dilui o teor datado dos versos e aproxima a antiga fábula de públicos contemporâneos, em um link com o cenário brasileiro atual. O humor e a sátira são as ferramentas para que o espectador se abra para um estado lúdico frente aos temas, propondo reflexões e um distinto gráfico de emoções, enquanto promove a linguagem não violenta.

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